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Alinhar o negócio de uma gestora aeroportuária insular

ASA: Aposta firme e continuada no desenvolvimento tecnológico, na modernização das infraestruturas e na capacitação dos Recursos Humanos 
Será possível uma empresa inserida num contexto insular competir, com sucesso, a nível internacional? E pode conciliar a perspetiva de maximização dos resultados do negócio com a perspetiva de intervenção social, numa economia menos desenvolvida? A história de sucesso da ASA - Aeroportos e Segurança Aérea de Cabo Verde permite responder de forma positiva a estas questões, através do alinhamento estratégico, organizacional e operacional num contexto de valorização dos Recursos Humanos e de elevada exigência e de responsabilização pelo desempenho.

Desafios complexos

Os responsáveis da ASA, entidade gestora das infraestruturas aeroportuárias e da navegação aérea de Cabo Verde, enfrentava desafios complexos, como atuar e responder às carências do contexto insular; ter os cerca de 500 efetivos distribuídos por oito das nove ilhas do arquipélago; a gestão de um centro de controlo da navegação aérea, três aeroportos e cinco aeródromos; a conjuntura internacional cada vez mais competitiva, nomeadamente com os aeroportos de Tenerife e de Dakar; e assumir um peso significativo na promoção da coesão e do desenvolvimento do país, nomeadamente do setor turístico e na aposta no posicionamento de Cabo Verde como hub oceânico/porta de entrada em África e ponto de apoio a algumas rotas entre a Europa e a América do Sul.

Trabalho de consolidação

A gestão da ASA colocou assim grande ênfase no alinhamento estratégico, organizacional e operacional, na valorização dos Recursos Humanos, e na melhoria dos instrumentos de gestão estratégica através de um modelo de indicadores de gestão e um sistema de business intelligence. Para o efeito contou com o apoio da Leadership Business Consulting (LBC) no trabalho de consolidação de uma cultura permanente de inovação e desenvolvimento, de responsabilização e de orientação para os resultados, reforçando o posicionamento enquanto empresa de referência na economia cabo-verdiana.

Numa primeira etapa a ASA avançou com o desenvolvimento de um programa de revitalização organizacional, que incluiu a reestruturação da orgânica da empresa e a definição de um sistema de suporte à monitorização global da atividade; o que permitiu um controlo efetivo da atividade realizada em cada uma das ilhas e em cada uma das infraestruturas geridas pela ASA, a necessária alteração do status quo e incrementação da capacidade de resposta aos desafios.

Reformular lógica de funcionamento

Mais que uma mera alteração de unidades orgânicas, tratou-se de desenvolver novas competências. Para tal foi necessário reformular a lógica de funcionamento, privilegiando as atividades que geram valor, otimizando o relacionamento interno entre áreas geograficamente distantes, clarificando os responsáveis, bem como os respetivos mecanismos de controlo e medição da eficiência dessas mesmas atividades. Logo se tornaram visíveis alterações significativas na performance, decorrentes deste processo, havendo um maior envolvimento e maior responsabilização das chefias quanto às decisões tomadas. Além de que o sistema de business intelligence concetualizado pela Leadership Business Consulting, e programado pela Darwin, permitiu à gestão da ASA ter acesso em tempo útil aos principais indicadores de desempenho.
Para Jorge Cravo, partner na LBC, “uma conclusão importante do caso da ASA é o valor seguro da procura constante pelo alinhamento estratégico, organizacional e operacional, apostando nas pessoas e correspondendo aos mais elevados padrões internacionais e da excelência na gestão”.

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