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Silicon Valley – Incubador e acelerador da competitividade lusófona

GSI: Programa intensivo premium para executivos de topo
Em 2008, altura em que os termos “start-up” ou “incubadora” não faziam sequer parte da linguagem empresarial, a Leadership Business Consulting (LBC) já estava a levar entidades lusófonas aos EUA para testarem o seu empreendedorismo em Silicon Valley – considerado “o” centro mundial de inovação.

Empresas lusófonas no mapa global da inovação

A Leadership Business Consulting criou o GSI - Global Strategic Innovation: International Executive Program com o objetivo de colocar as empresas lusófonas no mapa global da inovação. E Silicon Valley – a “capital” americana do setor tecnológico – foi a opção de eleição para ser a incubadora e aceleradora da competitividade em português. Uma vez por ano os participantes no programa GSI (empresas com ADN inovador, entidades públicas ligadas à inovação e participantes de elevado perfil técnico e/ou de gestão) usufruem de uma semana de imersão na Bay Area; e têm a oportunidade de ver in loco o que de mais inovador se faz nos respetivos campos de atuação, ter sessões com especialistas de várias áreas, bem como apresentar os seus projetos e conceitos a potenciais investidores e ter reuniões one-on-one com venture capitalists e business angels, e ainda de participar em ações de networking.

Disseminar conhecimento e investimento

Passadas sete edições, o GSI levou acima de 250 executivos de topo a Silicon Valley, de mais de 120 entidades (públicas e privadas), desde a EDP à Brisa, passando pela Vortal ou a Impresa, os Correios do Brasil ou a Unitel Angola. Os participantes, provenientes de mais de oito países, reportam 100% de satisfação, com 43% a indicarem que o programa excedeu as suas expetativas.

Ao longo destes anos os executivos que foram introduzidos pela LBC em Silicon Valley não só têm trazido novas ideias e visões que partilham com as suas equipas e implementam nas suas organizações – disseminando o conhecimento –, como houve quem tivesse investido nos EUA, e até quem tenha ido viver para o país para prosseguir com o seu negócio.

Rui Boavista Marques, administrador da AICEP Portugal Global (Edição de 2013):
“A consistência do programa é notável, recomenda-se de facto. Agora é uma questão de continuidade, é preciso que as empresas também consigam aplicar aquilo que vieram aqui visualizar e que consigam aplicar modelos de tão grande sucesso como estas que vieram visitar”.

Pedro Norton, na altura CEO do grupo Impresa (Edição de 2014):
“As pessoas são imersas em ambientes diferentes, é muito diferente ler sobre a realidade e experienciá-la de forma direta. Experimentar esta cultura, esta vibração que aqui se vive, são tempo e dinheiro bem empregues.”

 

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